
— NOVO LIVRO DE ALEXANDRE FERREIRA
“Rádio 3.0: A Força da Conexão na Era Digital” é o diagnóstico que o setor evita fazer, escrito por quem vive o rádio diariamente há mais de 20 anos.
13 capítulos · Prefácio de Carlos Henrique Cruz Alexandre Ferreira, DRT/8699, no rádio desde 2004
— O CAPÍTULO QUE NINGUÉM QUER LER PRIMEIRO
Toda reunião do setor termina no mesmo lugar: a culpa é da internet, do celular, da nova geração que não ouve rádio. É confortável, porque nada disso depende de você. O Capítulo 2 deste livro faz o contrário. Ele olha para dentro da emissora e nomeia cinco fragilidades que estão corroendo a operação por dentro, sem eufemismo e sem nostalgia.
Sem organograma, sem missão declarada, com o dono acumulando todas as funções.

Tabela de preços que não se respeita e desconto improvisado para fechar venda.
O ouvinte jovem migrou de plataforma e a emissora seguiu falando do mesmo jeito.
Poucos jovens demonstram interesse pelo rádio e o quadro atual vai envelhecendo.
O meio que comunica para todo mundo não investe em comunicar o próprio valor.
Trecho do Capítulo 2, Rádio 3.0: A Força da Conexão na Era Digital.
— A ESTRUTURA DA LEITURA
O livro segue a mesma sequência que eu uso quando entro numa emissora: primeiro aponto o problema, depois levo você a uma reflexão e por fim mostro um caminho.

Um século de reinvenções do rádio e o motivo de ele sempre voltar do fim.

As cinco fragilidades que corroem a emissora por dentro, ditas sem eufemismo.

Ouvinte, gerações, redes, profissionalização, podcast e modelos de receita.

O radialista diante da IA, casos reais de reinvenção e histórias de ouvinte.
Cada um dos treze capítulos termina em Sintonizando a Prática: um exercício de auto diagnóstico com perguntas, checklist e um desafio para aplicar na sua emissora. Entre os casos analisados no Capítulo 11 estão Jovem Pan, FM O Dia e Rádio Clube de Pernambuco, com as decisões concretas que colocaram cada uma delas de pé no digital.
— QUEM ESCREVEU
Radialista, comunicador e diretor artístico · DRT/8699 · No rádio desde 2004
Minha jornada começou em 2004 e se construiu ao longo de duas décadas de prática dentro do setor. Vivo a realidade da rádio diariamente, sei dos desafios e também sei dos caminhos possíveis para inovar e manter o rádio relevante. Escrevi este livro porque me recuso a ver o rádio como um moribundo, e ao mesmo tempo me recuso a fingir que a paixão pelo meio ainda é suficiente para sustentar uma emissora no século XXI. Foi essa mesma convicção que me levou a criar a primeira escola de Rádio 3.0 do Brasil. O livro é onde o conceito está inteiro, do começo ao fim.
Carlos Henrique Cruz, jornalista do Portal Caparaó e diretor de rádio da Rádio Caparaó, no prefácio do livro. Ele dirigiu uma emissora ao lado do autor por dois anos.
— PARA QUEM EU ESCREVI
O convite é para gestor de emissora, radialista, comunicador, estudante e investidor do setor. Não escrevi para lamentar o que foi perdido nem para choramingar pelas glórias passadas. Escrevi para quem prefere encarar o diagnóstico e decidir o que fazer com ele.
— PARA QUEM EU ESCREVI
O convite é para gestor de emissora, radialista, comunicador, estudante e investidor do setor. Não escrevi para lamentar o que foi perdido nem para choramingar pelas glórias passadas. Escrevi para quem prefere encarar o diagnóstico e decidir o que fazer com ele.

Este livro foi desenhado para gerar movimento, não apenas leitura. É o coração comercial da obra: o método de consultoria transformado em ferramenta. O rádio mudou. Poucas emissoras aceitaram agir como se isso fosse verdade. A diferença entre a rádio que cresce e a que desaparece começa no diagnóstico que ela evita fazer.